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Quando recolhi a minha revista "Veja" ontem, fiquei muito triste. A foto de Fábio Assumpção, com aqueles olhos azuis, profundamente tristes, e o esboçar de um sorriso cansado, me abalaram. Fábio tem exatamente a idade do meu filho, 37 anos. É paulista, de família classe média, freqüentou bons colégios, e é muito bonito e talentoso. Este rapaz de futuro promissor, aparece na capa, junto do texto "Luta pela Vida". De imediato me coloquei no papel de sua mãe e um profundo desencanto, me invadiu. Nós mães somos sempre as culpadas, e nos penitenciamos por isso. Onde será que erramos? Como um filho, com todas as qualificações para ser feliz, pode enveredar por esse caminho? Em qual ponto da educação falhamos? Não consigo entender nem aceitar. Para as mães, seus filhos são eternas crianças, pelas quais torcemos, toda a vida. Queremos ver nossos filhos felizes e cobertos de glórias, e jamais derrotados, tristes, abandonando o barco. No editorial "Carta ao leitor", a lembrança sobre o caminho das drogas, que nos noticiários sempre são restritas a produtores e traficantes, esquecendo-se dos consumidores, responsáveis por alimentar essa cadeia. Os nossos filhos, tratados com todo o carinho, debaixo do nosso nariz, por razões ridículas e simplistas, experimentam uma primeira vez, a segunda, e mais uma, sempre em busca de mais emoções, que não conseguem produzir na rotina do dia-a-dia. Tornam-se viciados e destroem suas vidas, suas carreiras, a família e a sociedade. Nesse ato, tornam-se cúmplices dos bandidos, que aterrorizam as favelas. O sentimento é de pena, mas nos instiga à busca de uma solução. É preciso comentar, discutir essa situação, nos programas de TV. É preciso ir fundo, buscar instruir, ensinar e conversar. É preciso que a família brasileira se agregue, converse, vigie e se ame mais. É preciso mais atenção e cuidado, aos passos de nossos filhos. É preciso envolve-los com muito amor e carinho, para que se sintam valorizados e para que aprendam que a vida é uma escola, de duras penas, que precisamos superar diariamente. Nossos filhos, dos dez aos quarenta anos, caminham sem convicção, querendo emoções fora deles, esquecendo, que somos nós os agentes da nossa própria vida. Na falta do amor familiar, saem desenfreados em busca de emoções a qualquer preço, beijando qualquer um, fazendo sexo, sem nem saber o nome da companhia, casando-se e separando-se, sem raciocinar. Cometendo crimes - quando, crianças não planejadas invadem suas vidas, exigindo fidelidade e compromisso de meninas adolescentes, praticando a pedofilia, o tráfico, o contrabando, a corrupção, instalando a desordem. Sim, todos esses também são filhos, também têm mães! Muitas vezes, a razão de todos estes desatinos, são as drogas. É preciso conscientizar a sociedade, desse terrível mal, que destrói a biografia, a família, a sociedade, e compromete o desenvolvimento do país. Não havendo o consumidor, não haverá o distribuidor, não haverá o produtor, não haverá o crime. Interromper essa cadeia, só depende de nós, pais educadores. Desejo que o Fábio, consiga, superar essa situação, e possa amar e orientar o seu filho, no caminho da felicidade pura e simples das coisas rotineiras, que fazem alegres e felizes as suas vidas e as das suas mães.
Gilvan, muito obrigada!!!A foto que você encontrou, retrata o desalento em que deve estar a vida dele.Precisamos torcer muito para que ele supere essa fase e volte abrilhar.
Olá, queridos amigos... quanto tempo... bom... estou aqui para dizer que é triste o que aconteceu com o Fábio, mas a vida estressante de artista, acaba levando algumas pessoas iludidas à caminhos perdidos, como o caso de Carlos Casa Grande e dos cantores Rafael (dominó) e o Sander do Twister ... entre muitos outros... estamos torcendo para que assim como o Carlos, o Rafael e o Maurício Matar, ele também possa vencer mais este desafio em sua vida!!!
Oi Vanny Marques, parabéns pelo seu texto. Ele conseguiu me emocionar e sintetiza o problema da droga, que é a consequência de uma estrutura familiar frágil e longe de princípios do amor, respeito ao próximo e infelizmente da falta de Deus. Sem te conhecer gosto de você e da forma como você pensa. E a propósito, tenho a mesma idade do seu filho: 37 anos.
Débora, que acho seja a nossa Débora Brito, que saudade!!! Também me lembrei desses casos antigos e surpreendentes, como o do Casa Grande e na mesma linha o Maradona e outros tantos do esporte. Para nós é incompreensivel, mas, por outro lado, precisamos lutar para que não volte a acontecer. Apareça mais.
Ricardo, que imenso prazer vê-lo por aqui. Fiquei emocionada, por saber que você também é um daqueles que chegou à terra há 37 anos atrás. Lá no Parabolica, já nos conectamos por aceitarmos ambos que está faltando Deus no nosso dia-a-dia, e que inspirar DEUS nos leva a emoções mais fortes e saudáveis, do que consumir drogas. Fica conosco. Este espaço é muito saudável. Abraço maternal da Vanny.
6 comentários:
Gilvan, muito obrigada!!!A foto que você encontrou, retrata o desalento em que deve estar a vida dele.Precisamos torcer muito para que ele supere essa fase e volte abrilhar.
Olá, queridos amigos... quanto tempo... bom... estou aqui para dizer que é triste o que aconteceu com o Fábio, mas a vida estressante de artista, acaba levando algumas pessoas iludidas à caminhos perdidos, como o caso de Carlos Casa Grande e dos cantores Rafael (dominó) e o Sander do Twister ... entre muitos outros... estamos torcendo para que assim como o Carlos, o Rafael e o Maurício Matar, ele também possa vencer mais este desafio em sua vida!!!
Abraços!!
Débora
Oi Vanny Marques, parabéns pelo seu texto. Ele conseguiu me emocionar e sintetiza o problema da droga, que é a consequência de uma estrutura familiar frágil e longe de princípios do amor, respeito ao próximo e infelizmente da falta de Deus.
Sem te conhecer gosto de você e da forma como você pensa. E a propósito, tenho a mesma idade do seu filho: 37 anos.
Vanny, quem escreveu o post acima, fui eu.
Ricardo Moreno
Débora, que acho seja a nossa Débora Brito, que saudade!!! Também me lembrei desses casos antigos e surpreendentes, como o do Casa Grande e na mesma linha o Maradona e outros tantos do esporte. Para nós é incompreensivel, mas, por outro lado, precisamos lutar para que não volte a acontecer. Apareça mais.
Ricardo, que imenso prazer vê-lo por aqui. Fiquei emocionada, por saber que você também é um daqueles que chegou à terra há 37 anos atrás. Lá no Parabolica, já nos conectamos por aceitarmos ambos que está faltando Deus no nosso dia-a-dia, e que inspirar DEUS nos leva a emoções mais fortes e saudáveis, do que consumir drogas. Fica conosco. Este espaço é muito saudável. Abraço maternal da Vanny.
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